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Fissuras em apartamento novo

Vegus Engenharia
Vegus Engenharia 13 jul 2026 • 15 min de leitura
Fissuras em apartamento novo

Fissuras em apartamento novo: quando é grave e o que fazer, Fissuras em apartamento novo assustam qualquer proprietário, mas nem toda rachadura indica um problema estrutural sério. Portanto, saber diferenciar os tipos de fissura, entender a origem de cada uma e conhecer seus direitos diante da construtora é o que separa quem resolve o problema gratuitamente de quem arca com o custo sozinho. Neste guia completo, você vai aprender a identificar quando a fissura é grave, o que a lei garante e como a documentação técnica protege seu investimento.

O que são fissuras e por que aparecem em apartamentos novos

Fissuras são aberturas lineares que surgem na superfície de paredes, tetos, pisos e elementos estruturais. Além disso, elas podem ter origens muito diferentes, o que torna fundamental a análise técnica para determinar se representam risco real ou apenas um defeito estético de acabamento.

Em apartamentos novos, as fissuras aparecem por razões específicas relacionadas à execução da obra. Portanto, a retração do concreto e da argamassa durante a cura, as movimentações térmicas dos materiais, os recalques diferenciais das fundações e as falhas de execução nas juntas construtivas estão entre as causas mais frequentes. Consequentemente, o surgimento de fissuras nos primeiros meses de uso não é raro, mas isso não significa que o proprietário deve aceitá-las sem questionar a construtora.

Além disso, a pressão por entrega rápida faz com que muitas construtoras reduzam os prazos de cura do concreto e da argamassa. Assim, os materiais não completam o processo de estabilização antes do revestimento, e as fissuras surgem nas semanas seguintes à entrega do imóvel. Por isso, identificar e documentar essas ocorrências o quanto antes é fundamental para exercer os direitos de garantia.

Fissuras em apartamento novo
Fissuras em apartamento novo

Tipos de fissuras em apartamentos: como diferenciar

Não existe fissura que possa ser ignorada sem análise técnica. Portanto, a classificação correta de cada ocorrência define o nível de urgência, a provável origem e a responsabilidade pelo reparo.

Fissuras de retração

As fissuras de retração surgem quando a argamassa ou o concreto se contraem durante o processo de secagem e cura. Portanto, elas costumam aparecer em forma de teia ou mapa, com aberturas muito finas e distribuídas de forma irregular pela superfície. Além disso, são mais comuns em áreas recém-rebocadas e raramente indicam problema estrutural. Consequentemente, mesmo sendo consideradas fissuras de baixo risco, a construtora tem obrigação de repará-las dentro do prazo de garantia de acabamento.

Fissuras de movimentação térmica

A variação de temperatura faz os materiais de construção se expandirem e contraírem ciclicamente. Portanto, quando as juntas de dilatação não são executadas corretamente, essa movimentação gera fissuras nas interfaces entre diferentes materiais, como concreto e alvenaria ou laje e parede. Além disso, essas fissuras tendem a aparecer nos cantos superiores das janelas e nas junções entre paredes e teto. Consequentemente, elas indicam falha de projeto ou execução e precisam de reparo técnico adequado, não apenas de pintura por cima.

Fissuras por recalque diferencial

O recalque diferencial ocorre quando partes diferentes da fundação do edifício se assentam em velocidades distintas. Portanto, as fissuras causadas por esse problema costumam ser inclinadas, com abertura maior em uma extremidade, e aparecem geralmente nas diagonais dos vãos de portas e janelas. Além disso, esse tipo de fissura é o mais preocupante, pois pode indicar problemas nas fundações do edifício que comprometem a segurança estrutural de toda a edificação. Consequentemente, qualquer fissura com esse padrão exige avaliação técnica imediata.

Fissuras por sobrecarga estrutural

Quando um elemento estrutural recebe carga acima do previsto em projeto, ele pode apresentar fissuras características que indicam esforço excessivo. Portanto, fissuras horizontais em pilares, verticais em vigas e em formato de leque nas lajes são sinais de alerta que exigem avaliação estrutural urgente. Além disso, esse tipo de problema pode ter origem em erros de projeto ou de execução que comprometem a segurança dos moradores. Consequentemente, ao identificar fissuras com esses padrões, o proprietário deve buscar avaliação técnica imediata e evitar modificações no imóvel até que a causa seja determinada.

Fissuras por umidade e infiltração

A umidade que penetra no imóvel por falhas de impermeabilização, rejuntes deteriorados ou esquadrias mal vedadas gera fissuras e manchas que se expandem progressivamente. Portanto, fissuras acompanhadas de manchas escuras, eflorescência ou mofo indicam que a umidade já penetrou na estrutura e está causando danos além do aspecto visual. Além disso, esse tipo de problema tende a piorar com o tempo se não for tratado na origem, gerando custos cada vez maiores de reparo. Consequentemente, a identificação precoce é fundamental para limitar os danos e responsabilizar a construtora dentro do prazo de garantia.

Fissuras de acomodação

Nos primeiros meses após a entrega, é comum que imóveis novos apresentem pequenas fissuras de acomodação nas junções entre paredes e teto, em rodapés e nos cantos dos cômodos. Portanto, esse tipo de fissura resulta da acomodação natural dos materiais após a obra e geralmente não indica problema estrutural. Todavia, mesmo sendo consideradas de baixo risco, elas são vício de acabamento e a construtora tem obrigação de repará-las dentro do prazo de garantia de um ano previsto pelo Código Civil.

Quando a fissura em apartamento novo é grave

Algumas características das fissuras indicam gravidade e exigem avaliação técnica urgente. Portanto, o proprietário precisa conhecer esses sinais para agir rapidamente e evitar que o problema se agrave.

Fissuras com abertura superior a 0,5 mm, que crescem progressivamente ao longo do tempo ou que aparecem acompanhadas de deslocamento entre as partes da parede merecem atenção imediata. Além disso, fissuras inclinadas nos cantos de portas e janelas, fissuras horizontais em pilares e fissuras em leque nas lajes são padrões que indicam comprometimento estrutural e exigem avaliação de engenheiro com urgência.

Outro sinal igualmente preocupante é a presença de fissuras simétricas em posições espelhadas em diferentes unidades do mesmo andar ou em andares diferentes. Portanto, esse padrão pode indicar problema na estrutura do edifício que afeta múltiplas unidades simultaneamente. Consequentemente, quando isso ocorre, o condomínio e os proprietários afetados precisam agir coletivamente para pressionar a construtora a realizar uma investigação técnica completa.

Como classificar a gravidade de uma fissura

A classificação técnica das fissuras considera a abertura, a localização, o padrão de distribuição e a evolução ao longo do tempo. Portanto, o engenheiro utiliza instrumentos de medição e critérios normativos para determinar o nível de risco de cada ocorrência.

Fissuras com abertura inferior a 0,2 mm são classificadas como microfissuras e geralmente indicam apenas problema de acabamento. Além disso, fissuras entre 0,2 mm e 0,5 mm requerem monitoramento e reparo, mas raramente indicam risco estrutural imediato. Consequentemente, fissuras acima de 0,5 mm, especialmente quando associadas a deslocamentos ou quando crescem progressivamente, indicam problemas mais sérios que demandam investigação técnica aprofundada.

Apenas um engenheiro especializado em patologias construtivas consegue classificar corretamente as fissuras e determinar a causa e o nível de risco de cada ocorrência. Portanto, a vistoria técnica de imóveis é o serviço que documenta cada fissura com precisão técnica, classifica o risco e recomenda o reparo adequado com embasamento nas normas da ABNT.

O que a lei garante sobre fissuras em imóveis novos

O Código Civil brasileiro garante ao comprador de imóvel novo proteção legal contra vícios construtivos, incluindo fissuras. Portanto, conhecer os prazos de garantia é fundamental para agir dentro do tempo correto e não perder o direito ao reparo gratuito.

Vícios estruturais, como fissuras nas fundações, pilares, vigas e lajes que comprometem a segurança do imóvel, têm garantia de 5 anos. Além disso, vícios de acabamento, como fissuras superficiais em revestimentos e pinturas, têm garantia de 1 ano. Consequentemente, a classificação técnica da fissura pelo engenheiro determina diretamente qual prazo de garantia se aplica ao problema identificado.

O Código de Defesa do Consumidor complementa essa proteção, assegurando ao comprador o direito de exigir o reparo, o abatimento proporcional do preço ou a rescisão contratual quando a construtora descumpre o prazo de correção. Portanto, o proprietário que tem laudo técnico em mãos pode exercer esses direitos com respaldo jurídico sólido em qualquer instância administrativa ou judicial.

Como documentar fissuras para exigir o reparo da construtora

A documentação técnica é o que transforma uma fissura visível em fundamento legal para exigir o reparo. Portanto, o laudo de vistoria de recebimento de chaves é o instrumento ideal para registrar todas as fissuras antes da assinatura da entrega, garantindo que a construtora não possa argumentar que o problema surgiu após a mudança.

O laudo elaborado pela Vegus Engenharia inclui relatório fotográfico completo de cada fissura, descrição técnica da localização e padrão de cada ocorrência, classificação do nível de risco com base nas normas da ABNT e recomendação de reparo adequado. Além disso, o documento inclui ART assinada pela engenheira civil responsável, conferindo plena validade jurídica para uso em notificações formais, processos no Procon e ações judiciais.

Consequentemente, o proprietário que apresenta esse laudo à construtora ocupa uma posição de vantagem na negociação dos reparos. Além disso, a documentação técnica cria um registro cronológico que protege o proprietário não apenas na cobrança inicial, mas também em qualquer disputa futura relacionada às condições do imóvel.

Passo a passo para exigir o reparo das fissuras da construtora

1. Documente tecnicamente cada fissura

O primeiro passo é contratar a vistoria técnica para documentar todas as fissuras com precisão. Portanto, não tente resolver o problema por conta própria antes da documentação, pois isso pode prejudicar a identificação da origem e enfraquecer sua posição perante a construtora. A Vegus Engenharia entrega o laudo completo em até 48 horas após a vistoria.

2. Notifique a construtora formalmente

Com o laudo em mãos, envie notificação formal à construtora por carta registrada com aviso de recebimento ou por e-mail com confirmação de leitura. Além disso, referencie o laudo técnico na notificação e estabeleça prazo razoável para que a empresa apresente solução. Consequentemente, a construtora fica oficialmente ciente do problema e o prazo para os reparos começa a correr formalmente.

3. Acompanhe o prazo de resposta

A construtora tem prazo razoável para responder à notificação e apresentar um cronograma de reparos. Portanto, mantenha registro de todas as comunicações com a empresa, incluindo e-mails, mensagens e protocolos de atendimento. Além disso, solicite que qualquer acordo verbal seja confirmado por escrito para garantir que os compromissos assumidos fiquem documentados.

4. Acione os órgãos competentes se necessário

Caso a construtora ignore a notificação ou negue a responsabilidade pelo reparo, o proprietário pode acionar o Procon, recorrer à Câmara de Arbitragem ou ingressar com ação judicial. Portanto, o laudo técnico com ART serve como prova técnica em todas essas instâncias, tornando o processo muito mais ágil. Consequentemente, a qualidade da documentação técnica é o fator que define o sucesso da cobrança em qualquer via escolhida.

5. Solicite novo laudo após os reparos

Após a conclusão dos reparos pela construtora, solicite nova vistoria para confirmar tecnicamente que os problemas foram resolvidos de forma adequada e definitiva. Portanto, o segundo laudo documenta o estado do imóvel após as correções e protege o proprietário de reincidências futuras que a construtora poderia atribuir a outras causas. A Vegus Engenharia realiza esse acompanhamento com o mesmo rigor da vistoria inicial.

Fissuras em apartamentos de diferentes cidades da região metropolitana

O mercado imobiliário da Grande São Paulo concentra um grande volume de entregas anuais de apartamentos novos. Portanto, proprietários em toda a região metropolitana enfrentam situações similares relacionadas a fissuras e vícios construtivos nas suas novas unidades.

Em São Paulo, os grandes empreendimentos lançados em bairros como Tatuapé, Vila Prudente, Santo André e Mooca concentram muitos casos de fissuras de retração e movimentação térmica, frequentemente associados ao ritmo acelerado de obras na capital.

Em Barueri e Alphaville, condomínios de médio e alto padrão com estruturas mais complexas apresentam com frequência fissuras nas interfaces entre diferentes sistemas construtivos, especialmente em fachadas e áreas de lazer.

Em Osasco, o crescimento acelerado do setor imobiliário trouxe muitos empreendimentos entregues com fissuras de retração e problemas de impermeabilização nas varandas e coberturas.

Em Carapicuíba, Cotia, Jandira e Santana de Parnaíba, a Vegus Engenharia atende proprietários que identificam fissuras nos primeiros meses após receber seus imóveis em condomínios de médio e alto padrão nessas cidades.

O papel da vistoria preventiva na identificação de fissuras

A vistoria técnica realizada antes da assinatura da entrega é a forma mais eficaz de identificar fissuras existentes e pontos de risco antes de o proprietário assumir formalmente o imóvel. Portanto, a vistoria de recebimento de chaves conduzida por engenheira especializada em patologias construtivas mapeia sistematicamente todas as fissuras, classifica o nível de risco de cada uma e recomenda os reparos necessários com embasamento técnico e legal.

Além disso, a vistoria preventiva identifica também pontos de vulnerabilidade que ainda não se manifestaram como fissuras visíveis, mas que representam risco futuro. Consequentemente, o proprietário pode exigir que a construtora trate esses pontos preventivamente antes da entrega, evitando que o problema se desenvolva nos meses seguintes.

Para quem já recebeu o imóvel e identificou fissuras depois da assinatura, a vistoria de imóvel documenta o estado atual e embasa a cobrança dos reparos dentro dos prazos de garantia. Portanto, nunca é tarde para contratar a vistoria técnica e proteger seus direitos como proprietário.

Perguntas frequentes sobre fissuras em apartamento novo

Toda fissura em apartamento novo é responsabilidade da construtora?

Sim, quando a fissura resulta de vício construtivo. Portanto, fissuras causadas por retração de argamassa, falhas de impermeabilização, juntas mal executadas ou recalque diferencial são de responsabilidade da construtora dentro dos prazos de garantia. Todavia, fissuras causadas por reformas realizadas pelo próprio proprietário ou por uso inadequado do imóvel são de responsabilidade do morador.

Posso tampar a fissura antes de notificar a construtora?

Não. Tampar ou cobrir a fissura antes da documentação técnica prejudica a identificação da causa e pode enfraquecer sua posição perante a construtora. Portanto, contrate a vistoria técnica primeiro, receba o laudo e notifique formalmente a empresa antes de realizar qualquer intervenção no local.

A fissura pode voltar depois do reparo?

Sim, se o reparo for apenas estético e não tratar a causa raiz do problema. Portanto, a construtora tem obrigação de reparar a causa e não apenas cobrir a fissura com massa corrida e pintura. Consequentemente, solicitar nova vistoria após os reparos garante que o problema foi tratado de forma técnica e definitiva.

Quanto tempo tenho para reclamar de fissuras no apartamento novo?

Fissuras estruturais têm garantia de 5 anos e fissuras de acabamento têm garantia de 1 ano a partir da entrega. Portanto, documente e notifique a construtora dentro desses prazos para garantir seu direito ao reparo gratuito. Consequentemente, quanto antes você age, maior é o prazo disponível para cobrar os reparos e recorrer às vias legais se necessário.

Como agendar a vistoria com a Vegus Engenharia?

O agendamento ocorre pelo WhatsApp (11) 9 4120 2407 ou pelo e-mail contato@vegusengenharia.com.br. Além disso, acesse a página de contato da Vegus Engenharia para todas as formas de atendimento disponíveis. O atendimento funciona de segunda a sábado das 9h às 17h, com laudo entregue em até 48 horas após a vistoria.

Não ignore as fissuras no seu apartamento novo

Fissuras em apartamento novo são vícios construtivos que a construtora tem obrigação legal de reparar. Portanto, identificar, classificar e documentar cada ocorrência com laudo técnico antes de qualquer negociação com a empresa é a estratégia mais eficaz para proteger seu direito ao reparo gratuito.

Além disso, a diferença entre uma fissura inofensiva e um problema estrutural sério só um engenheiro especializado em patologias construtivas consegue determinar com precisão. Consequentemente, tentar fazer essa avaliação por conta própria pode levar a decisões equivocadas que prejudicam tanto a segurança quanto os direitos do proprietário.

Entre em contato com a Vegus Engenharia e agende sua vistoria. A engenheira conduz cada inspeção pessoalmente, com critério técnico rigoroso e laudo completo entregue em até 48 horas em toda a região metropolitana de São Paulo.

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